O olhar embaçado, o respirar abafado
O desconhecer contínuo, o espelho quebrado
sete mil anos de azar,
O sono sem sonhos, pesadelos ao vivo
Tento recompor o impossível,
escorro entre os dedos,
me despedaço sem solução
me liquefaço
Sera que foi por acaso
Por amor, todo este estardalhaço
Trazer o fim até mim
Me assustar com a noite,
As trevas infinitas sem fim
Já conheço esse pedaço, o vazio do inferno
Horror sem nome, já não ligo
Em algum fragmento ainda me encontrarei